Poesias e Devaneios


14/12/2006


Ambiguidade louca do ser

Vivo à espera

De um sinal, um recado

Um deixa pra depois

Vem pra cá...

Sigo te esperando

Durante o dia

Até que a noite passe

A angústia me mate

Sigo afim

Não sei se é sempre assim

Quero-te tanto

Nesse mundo bizarro e louco

Minha loucura esquizofrênica me domina

Do jeito ambíguo do teu olhar

Aquele que me quer, mas me nega

Aquele que me arranca pedaços e não diz pra onde me leva

Saudade desse tempo

Que nunca foi sem ter nunca sido

Da mentira que não era verdade

Da saudade de que se fez sozinho

Da loucura errante desse meu caminho

Coração que não mais se foi

Pra te ver passar

Deixa ele quieto no seu canto

Com vontade de nunca mais tocar...

Escrito por claudia-ferri às 19h01
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Ambiguidade louca do ser

Por causa da maldita espera

Da vontade do teu beijo

Da saudade da tua louca

Da vontade de te ter por perto

Braço nos teus braços

Amor correndo nas veias

Dessa loucura ordinária que seja

Me deixa ser tua propriedade

Pra matar esse tempo, essa saudade

Me deixa dizer

que isso está me cansando

O amor está delirando

de vontade de te ver

Manda um sinal

Mostra teu carinho

Da um toque no teu pensamento

que brinca de borboletas com o meu

Saudadinha malvada

Vê se te inspira

Te toca pro meu caminho

Estou tão dupla como a estrada

Sou tão dúbia como a alma

Efervescente de carinho

me mostra teu caminho...

Pra borboletear no teu cantinho

Me manda um sinal, nem que seja pequenininho

Pra canção de ninar me embalar a noite toda e eu me perder nesse sereno

Sereno doce canto da sereia

Da luz da linda lua

que faz-se de meu encanto

me desencanto sem rodeios

assim se vai

Vou lenta

Sê da fruta a polpa

Sê o mel da abelha

Amor, estranho amor

Meu pensamento te rodeia

Escrito por claudia-ferri às 19h00
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